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23 de março de 2012

Jogadores na... “Justiça”

É justo considerar, pela visão de um jogador, que os clubes, via de regra, procuram tirar o máximo do atleta para o qual investiram, muitas vezes desde a infância.
Alguns jogadores ainda em formação, (tem acontecido no futebol) são orientados por seus procuradores, ou pais, ou mentores, ou seja lá por quem... mas são orientados a "ganhar muito mais" longe do clube que o formou, em razão do seu "excepcional talento" muito acima da média de todos os outros.
Ai, os meninos, por intermédio dos seus representantes, com a concordância (ou desejo) das suas famílias, procuram qualquer pequena brecha na Lei (Brazilzilzilzil...) para fazer valer a nova crença de "injustiçados melhores do mundo", conforme sugestão de orientadores, procuradores, pais, mentores...

As razões podem ser de qualquer tipo (via de regra um pagamento de mil reais, pouco mais, pouco menos, ou coisa que o valha!) e, pelos argumentos utilizados muitas vezes, chegamos a pensar que poderiam alegar também:
- café da manhã sem chocolate na concentração
- não deixam dormir com o ursinho
- dormir muito cedo
- não deixam brincar de "du-du-dé-dé"

Então... entram na Justiça, fazem um distrato (É... HAVIA UM CONTRATO!!!) de forma unilateral e vão procurar(?) outros clubes que, ingenuamente(?) os acolhem, pensando que ganharam muito por um jogador de talento (o futuro "melhor do mundo") sem pagar o justo, O QUE ESTÁ ESCRITO (E ASSINADO!!) NO CONTRATO do jogador, com o clube que o transformou de nada em alguma coisa.
Na verdade os clubes que aceitam jogadores nessas condições estão dando um tiro no próprio pé (a menos que não tenham categoria de base nos seus quadros ou não se importem com ela)

Todos ficam felizes, o jogador, é claro, se adapta muito melhor, feliz pelo reconhecimento “comununcantesnufutibol”, longe da inenarrável, absurda, desumana, violentadora e castradora injustiça que sempre sofreu no clube que o transformou de nada em jovem promissor.
E segue a vida, honesta, honrada, digna... como se nada tivesse acontecido.

O clube pega um garoto que não é nada, investe na sua formação profissional (nem sempre investe na formação moral!), faz do garoto um jogador promissor visando, é claro, a transferência no futuro, para poder ganhar e, também, PARA REINVESTIR e retirar da rua outros garotos, trabalhar com eles, que não são nada, para sua formação e transformação em novos jovens promissores.
Na minha opinião ESTÁ FALTANDO ATENÇÃO NA FORMAÇÃO MORAL!
Mesmo com os exemplos de muuuuuiitos políticos, não precisamos ser iguais...

Acontece que o clube que o formou não aceita a atitude do jogador e entra na Justiça.
Marchas e contramarchas, alegações aqui, recursos ali e a JUSTIÇA RESOLVE:
O JOGADOR É DO CLUBE QUE O FORMOU!

Na minha opinião, há que se considerar PRIMEIRAMENTE o caráter.
Assim... QUALQUER DINHEIRO, muito ou pouco, qualquer trocado que o Clube formador venha a receber pela transferência do jogador ou acordo feito com o clube que o acolheu, será sempre muito mais do que ele vale.

E que na formação de novos jogadores...
OS CLUBES TENHAM MAIOR ATENÇÃO TAMBÉM NA FORMAÇÃO DO CARÁTER!

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